segunda-feira, 21 de julho de 2008

Envelopes do Cotão


O Cotão orgulha-se de agora já ter envelopes para embrulhar os mimos, para quem os quer oferecer de presente. A si mesmo ou aos outros.
São feitos manualmente e têm o selo do cotão, ou seja, um pedaço de algodão no canto sobre um pedaço de tecido de costura. Vermelhos, como não podia deixar de ser, visto serem oferecidos com o coração.
Assim o Cotão já pode colocar os seus pins num embrulho todo bonito para as meninas que os querem oferecer à professora da escola, ou para aqueles que se querem auto-presentear apenas porque sim.

O Cotão cumpre as promessas


O Cotão bem avisou que já andava enfiado nos trapos.
E como estes pins parecem ter mais procura, mais nunca são de menos.
Feito em feltro, debruado a linha,complementado com tecido xadrez e com aplique de botões.
Prende atrás com um alfinete também cosido a linha de costura.
Tudo feito à mão.
Num Cotão perto de si ...

Nuno Júdice

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O Cotão gosta muito de Nuno Júdice. Tem mesmo uma paixão imensa pela obra do senhor.
Se pudesse, o Cotão lia Nuno Júdice todos os dias.
Se o Cotão soubesse escrever palavras bonitas gostava de o fazer como o faz o senhor Nuno Júdice.
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Sem saudosismos

Ele há alturas em que me dá vontade de regressar à adolescência. Às tardes de música e coca-cola entre 4 paredes do quarto, às sacadas de gomas que se compravam ao pé do liceu e se comiam sem remorsos e sem pensar na malfadada celulite, nas viagens a Lisboa às escondidas dos pais só para ir ver aquela banda. Nestas alturas vão-se desempoeirar os discos antigos, e como os tempos mudaram, ao invés de os colocar na aparelhagem a tocar, passamos para o Ipod ou para o leitor de mp3 e carregamos no play.
E ele há bandas que eu nunca me canso de ouvir. Como os Pulp. O Jarvis Cocker era uma coisa muito à frente naquela altura. Ainda é, mas a solo. Os Pulp surgiram na minha vida na mesma altura dos Suede, na minha fase absolutamente devota ao Britpop. E foi quase avassalador. Os vídeos, os concertos, as letras das músicas, tudo era devorado de forma sôfrega. A música, essa, ficou até hoje. Por isso é que passei o dia ao som dos Pulp. Sem saudosismos. E com uma grande vontade de voltar a entrar numa discoteca e ouvir o que de bom se fez em Inglaterra nos anos 90.



Pulp : Do you remember the first time

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domingo, 20 de julho de 2008

Back to work

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O Cotão já está em processo activo de criação. Já pegou nas agulhas e panos de feltro.
Em breve irá aqui expor os frutos ...
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Tastes like chicken

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Acabei de ouvir o novo álbum de Ladytron, de nome Velocifero.
Sou sincera ... ficou aquém do que estava à espera. Para quem gostou bastante do último "Witching hour", soube-me a pouco. Ou então é daqueles álbuns que, como se diz em inglês "grows on you with time". Espero que sim.
O novo vídeo está disponível já no You Tube e chama-se Ghosts. Mas eu gosto mais deste ...
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Ladytron : Destroy everything you touch

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Quase, quase ...

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