sábado, 4 de julho de 2009

Away from the masses


Gosto muito dos The Knife. Quem me é mais próximo sabe disso. A vocalista da banda, Karin Dreijer Andersson, decidiu meter-se em projectos a solo e nasceu aqui à uns tempos Fever Ray. A estética é assumidamente negra, mas a música fala por si. A maioria das pessoas não gostará. Eu, com os meus gostos um tanto ou quanto estragados (como diz a minha santa mãezinha), gosto muito. E recomento. A quem aprouver.

Fever Ray: When I grow up

Fofura


Há 2 coisas que fazem de Portugal notícia no mundo inteiro. Cristiano Ronaldo, e agora, os corninhos (já lhes chamaram chifres mas tenho cá para mim que não passa de má lingua) de Manuel Pinho. Dizem os jornais brasileiros: «Pinho colocou os dois dedos indicadores sobre a cabeça, um sinal representando chifres que, em Portugal, é o mesmo que chamar alguém de corno, ao mesmo tempo em que olhava para o líder do grupo comunista, Bernardino Soares». Cá para mim os brasileiros são uns invejosos. Porque nós, portugueses, somos uns destemidos. Está-nos no sangue, é a nossa veia de eternos desbravadores de novos mundos. Há os que descobrem e os que são descobertos. Ah pois é, bebé. Eu cá achei uma fofura. Para não dizer mais.

Don't Stop 'Til You Get Enough


Já chega. O homem morreu, sobrevivam. Ontem era um depravado e um pedófilo, hoje anda para aí muita gente a chorar baba e ranho pelo saudoso génio musical. Primeiro pisa em cima, depois faz a vénia. Isto é como muitas outras coisas na vida. Ele há padrões comportamentais que se repetem nas mais variadas situações. Amo pessoas. Fervorosamente.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Caty Bambi Costa Larcher de Brito


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É só preciso força de vontade e, no final do mês de Agosto, com 5 Kg a menos, e o mundo do ténis nem sabe o que lhe vai cair em cima. Primeiro preciso de caber naqueles micro-vestidos jeitosos e aprender a domar a raquete com primor. Depois preciso de tornar os gestos graciosos e esteticamente dotá-los de impacto visual. A partir daí o céu é o limite ... a Sharapova que se cuide. E o adorável Federer que me espere com muito carinho que eu não demoro.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Message in a bottle 23:44 - A calma Inquietação

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(A contas com o bem que tu me fazes A contas com o mal por que passei Com tantas guerras que travei Já não sei fazer as pazes São flores aos milhões entre ruínas Meu peito feito campo de batalha Cada alvorada que me ensinas Oiro em pó que o vento espalha Cá dentro inquietação, inquietação É só inquietação, inquietação Porquê, não sei Porquê, não sei Porquê, não sei ainda)*
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*JP Simões - Inquietação

Portuguese do it better

O que se faz por estas bandas merece também toda a nossa atenção por uma simples razão: há muito boa coisa com qualidade. Que agrada ao ouvido. Que cola na língua e fica preso na cabeça o dia todo. E esta nova vaga de artistas nacionais não nos deixa nada envergonhados. É por isso que eu digo:

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e



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é coisinha boa que vale a pena ouvir ...

Variantes do normal


A autora deste blog, que é uma adepta fervorosa da fruta e do legume, e uma acérrima activista da luta contra qualquer tipo de descriminação, muito agradada fica com esta notícia. Uma semana de ausência e só se lembra de aqui colocar palhaçada. É que eu não deixo que as amarguras por aqui se deleitem e rebolem por muito tempo.