
Domingo de chuva. Eu, atacadíssima por um estranho Sindrome gripal. O nariz entupidíssimo e os lenços de papel usados amontoados a um canto. Chá de cidreira com mel. O livros abertos e a falta de vontade. Os poemas do Vasgo Gato " segreda-me a canção dos dias, sem que nos oiça a noite terrível, e deixa que dance em mim a voz, a voz azul que é o lugar onde o mundo não pára de nascer". Voltei a ouvir os discos da adolescência. E pronto ... choradeira pegada. Breath in, breath out ... slooooooowly ...
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Fotografia de Teresa Sá
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