
Tenho um Cotão, malvado, vilão, marcado no peito sem qualquer razão. São 2 gumes de facas diferentes dispostas à sorte em cima da mesma mesa. Carregamos na ponta dos dedos idêntico corte. Sarou-se a ferida com sal e pudor, deixou uma marca na pele. Mostramos, em provocação, as mãos abertas, para nos lembrarmos que existem elos que não se quebram com o passar do tempo.
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